Mulher fatiando cenoura em processador de alimentos

Os 7 Melhores Processadores de Alimentos em 2026! (Philco, Mondial, Philips Walita e mais!)

O Processador de Alimentos já foi sonho de consumo de muitos brasileiros e brasileiras apaixonados por cozinhar, e um eletroportátil visto com o “faz tudo” da cozinha. Hoje ele já é um aparelho mais comum nos lares, mas mesmo assim ainda gera muitas dúvidas na hora da compra, principalmente pela grande quantidade de acessórios e vários tipos de montagem.

Se você está com essa dúvida, o Mapa da Cozinha vai te mostrar o caminho!

Selecionamos o melhor processador de alimentos da atualidade, em 3 categorias, com modelos que vão atender bem a todas as necessidades, desde quem quer algo com bom custo benefício que tenha os acessórios básicos para processamento de ingredientes do dia a dia com qualidade, para quem quer um modelo mais robusto com acessórios mais avançados para receitas elaboradas, até para quem só quer algo mais barato possível que mantenha qualidade aceitável. Testamos modelos para todos os gostos!

Vamos aos nossos escolhidas!

Regras de Escolha

Meu nome é Rafael Macedo, muito prazer! Sou cozinheiro, já trabalhei em diversos restaurantes e hoje trabalho como chef particular para diversos clientes nas regiões Sul e Sudeste. Durante minha trajetória profissional experimentei uma infinidade de produtos alimentícios e operei dezenas de modelos de eletrodomésticos e eletroportáteis, e por isso vou te ajudar a tomar uma decisão de compra mais racional e assertiva nessa análise!

Com base nessa minha experiência, elegi e irei trazer minhas percepções pessoais de teste sobre os 7 melhores processadores de alimentos em 3 categorias distintas, com versões de diferentes preços e características!

Dividimos os produtos nas seguintes categorias:

  • Custo Benefício: Versões que custam entre R$ 200 e R$ 450 em média
  • Top de Linha: Versões que custam a partir de R$ 450 em média
  • Bons e Baratos: Versões que custam até R$ 200 em média

O Melhor Processador de Alimentos por Categoria

Imagem
ProdutoResultado AnáliseOnde ComprarTipoPotênciaAcessóriosVolume Jarra
Philco PMP1600PMelhor Processador de AlimentosMulti1700 W92,1 L
Mondial MPN-01-BE2º lugar
Custo Benefício
Multi1000 W62,1 L
Black Decker MP300G3º lugar
Custo Benefício
Mini300 W12,0 L
KitchenAid Empire RedMelhor
Top de Linha
Multi250 W42,1 L
Philips Walita RI7303/912º lugar
Tops de Linha
Multi1000 W81,5 L
KitchenAid Empire Red Mini3º lugar
Tops de Linha
Mini240 W10,8 L
Mondial MP-16-BMelhor
Bom e Barato
Mini300 W10,5 L

Você também pode gostar:

Resumo dos Melhores Processadores de Alimentos

O melhor processador de alimentos é o Philco PMP1600P, de maneira geral. Isso porque Ele entrega um motor potente que aguenta preparos mais pesados, um copo bem dimensionado e acessórios que realmente ampliam o uso no dia a dia, especialmente os discos de corte, que funcionam de forma eficiente e regular. A construção transmite robustez, a base é estável e o conjunto passa segurança no uso frequente. É um produto equilibrado, que atende tranquilamente a maioria das rotinas de cozinha e justifica o investimento pelo conjunto de recursos que oferece.

Já o melhor processador de alimentos top de linha é o KitchenAid Empire Red. Ele é um produto pensado para quem busca precisão, controle e acabamento superior na cozinha. O motor entrega torque constante mesmo em preparos mais densos, garantindo textura uniforme e previsibilidade no resultado. O copo bem dimensionado e o desenho interno facilitam o fluxo dos ingredientes, enquanto o disco de fatiar ajustável se destaca pela regularidade impecável dos cortes, algo que faz diferença real em receitas mais técnicas. A construção robusta, os encaixes precisos e o acionamento suave reforçam a sensação de equipamento premium, feito para quem aceita investir mais em desempenho e refinamento.

O melhor processador de alimentos bom e barato é o Philco PMP1600P. Ele é muito indicado para quem quer resolver a maior parte das tarefas da cozinha sem gastar muito. Ele entrega um motor forte o suficiente para preparos mais pesados, uma tigela com capacidade útil de verdade e um conjunto de acessórios que funciona bem no dia a dia, com lâminas firmes e discos estáveis. O copo liquidificador acompanha bem a proposta e dá conta de cremes, molhos e massas leves. No uso prático, é um aparelho que facilita a rotina, aguenta volume e mantém um nível de acabamento coerente com a faixa de preço.

Processadores de Alimentos com Melhor Custo Benefício

PREÇO MÉDIO DOS PRODUTOS DESSA CATEGORIA: DE R$ 250 A R$ 450

1. Philco PMP1600P

Processador de alimentos preto com 9 acessórios

Nosso Veredito
🥇 Melhor Processador de Alimentos
🥇

Ficha Técnica:

QUESITOINFORMAÇÃO
TipoMulti
Potência1700 W
Acessórios9
Volume Jarra2,1 L

Prós:

  • Processador de alimentos com melhor custo benefício atualmente
  • Motor forte mantém giro estável mesmo com ingredientes densos e volumes grandes
  • Disco de fatiar entrega cortes regulares e rápidos, ótimo para legumes e gratinados

Contras:

  • Conjunto ocupa bastante espaço na bancada ou no armário
  • Discos poderiam ter proteção melhor para armazenamento

Usei o multiprocessador PMP1600P que já fazia parte da cozinha de um cliente em uma rotina bem puxada de preparos do dia a dia. Logo nos primeiros usos, o que mais me chamou atenção foi a sensação de força ao acionar o equipamento e a resposta rápida do motor, mesmo com ingredientes mais densos. Ele passa uma impressão firme no manuseio, sem vibração exagerada, e isso já muda bastante a experiência quando se trabalha com grandes volumes ou tarefas repetidas.

A potência de 1400W aparece de forma prática, principalmente em preparos mais pesados. Usei bastante para triturar cenoura crua, cebola em quantidade e até massa base de quibe, e o processamento acontece de maneira contínua, sem aquelas pausas involuntárias que alguns modelos fazem quando sentem carga. O motor mantém o giro estável e não perde força no meio do processo, o que ajuda muito quando a receita pede textura uniforme e não dá margem para pedaços irregulares.

O copo tem boa capacidade e um formato que favorece a circulação dos ingredientes. Gostei do fundo mais largo combinado com laterais bem lisas, porque isso evita acúmulo de alimento em pontos mortos. Durante o preparo de pastas e recheios, quase não precisei parar para raspar as laterais. A tampa encaixa com firmeza e transmite segurança, algo importante quando se trabalha com ingredientes mais duros e em velocidade alta.

Um ponto que merece destaque são os acessórios que acompanham o PMP1600P. Ele vem com lâminas para triturar, disco para fatiar, disco para ralar e um batedor para massas leves. O acabamento deles é melhor do que o padrão que se vê nessa faixa, com plásticos mais espessos e encaixes bem definidos. O disco de fatiar é o mais diferente do conjunto, com lâmina bem afiada e espaçamento pensado para cortes regulares, funcionando muito bem para legumes em saladas e gratinados, sem esmagar o alimento.

No uso contínuo, percebi que o corpo do aparelho tem uma boa qualidade de construção. A base é pesada na medida certa e as ventosas realmente seguram o equipamento na bancada, mesmo quando o copo está cheio. O botão seletor tem um giro firme, sem folga, e isso ajuda a passar confiança no uso diário. Visualmente, o design é simples, mas bem resolvido, com acabamento que não parece frágil e não marca fácil com respingos.

Outro detalhe que gostei foi o nível de ruído, que se mantém dentro do esperado para a potência que entrega. Ele faz barulho, claro, mas não aquele som estridente que incomoda em cozinhas menores. Isso faz diferença quando se precisa usar o processador várias vezes ao longo do preparo. A limpeza também flui bem, já que as lâminas soltam fácil e o copo não retém cheiro com facilidade.

Algumas observações negativas acabam aparecendo com o uso mais atento. O tamanho do conjunto exige um bom espaço de bancada ou armário, o que pode incomodar em cozinhas menores. O encaixe da tampa, apesar de seguro, pede atenção para alinhar corretamente. Os discos metálicos, mesmo sendo bem afiados, poderiam vir com uma proteção melhor para guardar junto com os outros acessórios.

Foto de Teste Philco PMP1600P

Imagem de teste Philco PMP1600P

2. Mondial MPN-01-BE 

Processador com painel de inox e 6 acessórios

Nosso Veredito
🥈 2º Lugar Custo Benefício
🥈

Ficha Técnica:

QUESITOINFORMAÇÃO
TipoMulti
Potência1000 W
Acessórios6
Volume Jarra2,1 L

Prós:

  • Motor com giro constante facilita misturas uniformes como patês e recheios
  • Espremedor de frutas eficiente e silencioso, realmente útil no conjunto
  • Copo favorece giro uniforme mesmo com pequenas quantidades

Contras:

  • Ruído mais perceptível com ingredientes secos
  • Marcações do copo pouco visíveis para medidas exatas

Usei o multiprocessador MPN-01-BE que já fazia parte da cozinha de um cliente durante a preparação de um jantar comemorativo com menu fechado. Logo no início do trabalho, ele entrou como apoio para adiantar etapas e ganhar ritmo no preparo. A primeira impressão foi de um equipamento fácil de lidar, com montagem rápida e comandos simples, o que ajuda muito quando o foco precisa estar nas receitas e não no funcionamento do aparelho.

Comecei usando o processador para preparar a base aromática de um risoto, triturando cebola e alho no ponto certo para refogar. O motor trabalha de forma constante, sem trancos, o que permite controlar bem o tamanho dos pedaços usando pulsos curtos. Isso faz diferença quando se quer extrair sabor sem deixar a textura grosseira demais ou virar purê, algo comum em modelos mais agressivos.

Em seguida, usei a lâmina para preparar um patê servido como entrada, misturando frango cozido, ervas frescas e um creme mais leve. O equipamento conseguiu incorporar tudo de maneira uniforme, sem aquecer a mistura e sem deixar fibras grandes perdidas. Para esse tipo de preparo frio, a estabilidade do giro ajuda bastante, já que mantém a textura consistente do começo ao fim.

O copo se mostrou funcional ao preparar legumes ralados para uma guarnição. Usei cenoura e abobrinha cruas, alternando entre o disco de ralar e a lâmina para ajustar o corte. O formato interno favorece que os ingredientes voltem para a área de processamento, reduzindo a necessidade de abrir o copo toda hora para reorganizar. Isso agiliza bastante quando se trabalha com várias receitas em sequência.

O conjunto de acessórios é um dos pontos mais interessantes do MPN-01-BE. Ele vem com discos de ralar e fatiar, lâmina principal, emulsificador, espremedor de frutas e um mini liquidificador. O acabamento é simples, mas bem resolvido, com encaixes firmes e sem folgas. O acessório que mais se destaca é o espremedor de frutas, que usei para preparar um suco servido na recepção. Ele extrai bem o líquido, aproveita melhor a fruta e funciona de forma silenciosa, sendo mais eficiente do que parece à primeira vista.

O mini liquidificador foi usado para preparar um molho de ervas com iogurte e limão. Para pequenas quantidades, ele cumpre bem o papel, emulsificando rápido e evitando sujar copos maiores. Também testei o emulsificador ao misturar ovos, leite e farinha para uma massa leve, e o resultado foi uma mistura lisa, sem grumos, pronta para uso imediato.

Alguns pontos menos positivos aparecem com o uso contínuo. O nível de ruído aumenta quando se processa ingredientes mais secos. As marcações do copo poderiam ser mais visíveis para receitas que exigem precisão. O mini liquidificador não lida bem com preparos mais densos, funcionando melhor em tarefas leves e pontuais.

Foto de Teste Mondial MPN-01-BE

Imagem de teste Mondial MPN-01-BE

3. Black Decker MP300G

Mini processador com reservatório de vidro

Nosso Veredito
🥉 3º lugar Custo Benefício
🥉

Ficha Técnica:

QUESITOINFORMAÇÃO
TipoMini
Potência300 W
Acessórios1
Volume Jarra2,0 L

Prós:

  • Lâmina única eficiente permite controle preciso do ponto em triturados
  • Formato interno ajuda ingredientes secos a voltarem para a lâmina
  • Corpo compacto com acabamento firme com ótima vizualização interna

Contras:

  • Capacidade limitada exige trabalhar em pequenas porções
  • Limpeza do eixo da lâmina pede mais atenção

Usei o MP300G que já fazia parte da cozinha de um cliente durante a preparação de um jantar fechado, onde vários itens do menu exigiam etapas rápidas e bem controladas. Logo de cara, fica claro que se trata de um mini processador, pensado para tarefas pontuais e precisas. Ele ocupa pouco espaço na bancada, monta rápido e entra bem como apoio em receitas que pedem agilidade sem grandes volumes.

Comecei usando o MP300G para triturar cebola e alho para a base de um molho quente. A lâmina única faz um trabalho bem uniforme quando se usa pulsos curtos, permitindo controlar o ponto do corte com facilidade. Não é um equipamento para despejar tudo e deixar rodando, mas sim para quem gosta de acompanhar o processo e ajustar a textura aos poucos, o que funciona muito bem em preparos mais delicados.

Na sequência, preparei uma pasta de castanhas com ervas frescas para acompanhar entradas frias. Mesmo sendo um mini processador, ele lidou bem com ingredientes mais secos, desde que respeitada a capacidade do copo. O formato interno ajuda os ingredientes a voltarem para a lâmina, reduzindo a necessidade de parar toda hora para reorganizar, algo que costuma atrapalhar bastante nesse tipo de aparelho compacto.

O copo tem uma capacidade limitada, mas muito bem aproveitada. Usei para processar pequenas porções de pão torrado com ervas secas, transformando em uma farofa crocante para finalização de pratos. O motor manteve um giro constante, sem trancos, e não apresentou cheiro de aquecimento mesmo com ingredientes mais duros, o que passa uma boa sensação de durabilidade no uso frequente.

Por ser um mini processador, o conjunto de acessórios é mais simples e direto. Ele acompanha apenas o copo com tampa e a lâmina de aço, sem discos ou peças adicionais. O acabamento da lâmina é bem feito, com fio eficiente e encaixe firme no eixo. Esse conjunto mais enxuto acaba sendo um diferencial para quem busca praticidade, menos peças para guardar e uma limpeza mais rápida entre uma receita e outra.

O corpo do MP300G tem um acabamento mais refinado do que a média dos minis processadores. O plástico é mais espesso, os encaixes são bem alinhados e o botão de acionamento responde com firmeza, sem parecer frágil. Durante o uso contínuo, a base se manteve estável na bancada, sem vibração excessiva, mesmo trabalhando com ingredientes secos.

Com o uso ao longo do preparo, alguns pontos menos positivos ficam claros. A capacidade reduzida limita receitas maiores e exige trabalhar em etapas. O ruído é perceptível, especialmente com ingredientes mais duros. A limpeza do eixo central pede atenção extra, já que resíduos tendem a se acumular na base da lâmina.

Foto de Teste Black Decker MP300G

Imagem de teste Black Decker MP300G

Processadores de Alimentos Tops de Linha

PREÇO MÉDIO DOS PRODUTOS DESSA CATEGORIA: A PARTIR DE R$ 450

4. KitchenAid Empire Red

Processador de alimentos grande e vermelho com acessórios encaixados

Nosso Veredito
🥇 Melhor Top de Linha 🥇

Ficha Técnica:

QUESITOINFORMAÇÃO
TipoMulti
Potência250 W
Acessórios4
Volume Jarra2,1 L

Prós:

  • Disco de fatiar ajustável entrega cortes extremamente regulares e precisos
  • Motor com torque constante mantém textura uniforme em preparos densos
  • Construção pesada e encaixes precisos transmitem padrão premium real

Contras:

  • Peso elevado dificulta mover o aparelho durante o preparo
  • Preço elevado para boa parte dos consumidores

Usei o processador Empire Red da KitchenAid que já fazia parte da cozinha de um cliente durante a preparação de um jantar fechado de alto nível, com pratos que exigiam cortes precisos e repetibilidade. Logo nos primeiros minutos de uso, fica claro que é um produto top de linha, não só pelo visual marcante, mas principalmente pela forma como responde no manuseio. O acionamento é progressivo, o motor trabalha de maneira extremamente controlada e tudo transmite uma sensação de refinamento acima da média.

Comecei utilizando o processador para preparar cebola e alho para uma base de molho mais delicada, onde o tamanho do corte interfere diretamente na textura final. O controle do giro é um dos grandes diferenciais aqui. Mesmo em pulsos curtos, o equipamento responde de forma previsível, permitindo chegar exatamente no ponto desejado sem risco de triturar demais. O resultado é um corte limpo, uniforme e com mínima liberação de líquido, algo que faz diferença em receitas mais técnicas.

Na sequência, usei o processador para preparar uma massa base de legumes para um bolinho servido como entrada. Trabalhei com cenoura, abobrinha e ervas frescas, alternando entre fatiar e processar. O copo de 2,1 litros tem um formato interno muito bem resolvido, que conduz os ingredientes de volta para a área de corte com facilidade. Isso reduz bastante a necessidade de abrir o copo para reorganizar o conteúdo, mantendo o fluxo de trabalho contínuo.

Um dos pontos mais interessantes do Empire Red está no conjunto de acessórios. Ele acompanha lâmina multiuso, disco de fatiar ajustável e disco para ralar, todos com acabamento impecável. Os discos são mais espessos do que o padrão e passam muita confiança no encaixe, sem qualquer folga. O destaque principal fica para o disco de fatiar ajustável, que permite variar a espessura sem trocar o acessório. Usei esse disco para preparar legumes laminados para uma guarnição, e a regularidade do corte impressiona, deixando todas as fatias praticamente idênticas.

Durante o preparo de uma pasta de oleaginosas com ervas, o motor mostrou outro diferencial importante: torque constante mesmo com ingredientes mais densos. Não houve perda de giro nem necessidade de pausas frequentes. A lâmina trabalha com eficiência e mantém a mistura homogênea, sem aquecer excessivamente o preparo, algo essencial em receitas que não podem perder textura ou sabor.

O acabamento do corpo do aparelho reforça a proposta premium. O material é sólido, pesado na medida certa, e a base se mantém completamente estável na bancada, mesmo com o copo cheio. Os encaixes são extremamente precisos, o botão seletor tem um curso suave e firme, e o design icônico na cor vermelha não é apenas estético, mas transmite durabilidade e cuidado construtivo em cada detalhe.

Alguns pontos menos positivos aparecem com o uso contínuo. O peso do conjunto dificulta deslocamentos frequentes na bancada. O tamanho do copo pode ser exagerado para preparos muito pequenos. O valor elevado coloca o produto fora do alcance de quem busca algo mais simples, exigindo um investimento compatível com a categoria premium.

Foto de Teste KitchenAid Empire Red

Imagem de teste KitchenAid Empire Red

5. Philips Walita RI7303/91

Processador preto e prata com 8 acessórios

Nosso Veredito
🥈 2º Lugar Top de Linha
🥈

Ficha Técnica:

QUESITOINFORMAÇÃO
TipoMulti
Potência1000 W
Acessórios8
Volume Jarra1,5 L

Prós:

  • Cortes precisos mesmo com pouca quantidade, sem virar pasta nem soltar água
  • Acessórios com qualidade de acabamento e durabilidade diferenciados
  • Funcionamento silencioso e controlado, ideal para preparos mais delicados

Contras:

  • Conjunto grande exige espaço dedicado na cozinha
  • Mais difícil de encontrar disponível nas lojas

Usei o processador RI7303/91 da Philips Walita que já estava na cozinha de um cliente durante a preparação de um jantar mais elaborado, onde vários preparos exigiam troca constante de textura e precisão no corte. Desde o início, ele se diferencia pelo funcionamento mais silencioso e pela sensação de controle fino, algo que não é tão comum mesmo entre modelos considerados premium. O acionamento é suave e o motor responde mais pelo torque do que pela velocidade bruta, o que muda bastante a forma de usar no dia a dia.

Comecei preparando uma cebola brunoise para uma base de molho claro, usando pulsos curtos. O que chama atenção é como o sistema interno direciona o alimento para a lâmina, evitando aquele efeito de “rodar vazio”. Mesmo com pouca quantidade, o corte acontece de forma consistente. A lâmina não esmaga o ingrediente, corta de fato, o que reduz liberação de líquido e mantém melhor a estrutura da cebola, algo essencial em receitas mais delicadas.

Depois utilizei o processador para preparar uma mistura de legumes mais firmes para um recheio assado. Cenoura e alho-poró passaram com facilidade, e o motor manteve o mesmo comportamento do início ao fim, sem alteração de som ou perda de força. O diferencial aqui está na estabilidade do eixo central, que não vibra nem cria folga quando se trabalha com ingredientes mais densos, transmitindo muita segurança durante o uso contínuo.

O conjunto de acessórios do RI7303/91 é mais sofisticado do que parece à primeira vista. Além da lâmina multiuso e dos discos de ralar e fatiar, ele acompanha um batedor específico para massas leves e um espremedor de frutas bem construído. O acabamento dos acessórios é robusto, com plásticos espessos e encaixes muito precisos. O grande destaque fica para o batedor, que usei para preparar uma massa aerada de panqueca salgada. Ele mistura sem incorporar ar em excesso e entrega uma textura extremamente uniforme, algo difícil de conseguir com lâminas tradicionais.

Os discos metálicos também merecem atenção. Usei o disco de fatiar para preparar legumes finos para uma guarnição, e o corte sai limpo, sem rebarbas e com espessura constante. Dá para perceber que o fio e o alinhamento do disco foram pensados para precisão, não apenas para velocidade. Isso valoriza muito a apresentação final dos pratos, principalmente em serviços mais cuidadosos.

Outro ponto específico desse modelo é o equilíbrio entre potência e ruído. Mesmo trabalhando com pasta de oleaginosas e ervas, o som do motor se mantém controlado, sem aquele aumento agressivo que costuma indicar esforço excessivo. A mistura ficou homogênea sem aquecer, preservando sabor e textura, o que reforça a proposta mais técnica do equipamento.

A construção do corpo segue essa mesma linha. O material é sólido, com encaixes extremamente precisos e uma base que praticamente cola na bancada durante o uso. O design é discreto, mais funcional do que chamativo, e passa claramente a ideia de um equipamento feito para durar e ser usado com frequência, não apenas para ocasiões pontuais.

Alguns pontos menos positivos aparecem com o uso prolongado. O tamanho do conjunto exige espaço dedicado na bancada ou no armário. O peso dificulta movimentar o aparelho com frequência. O investimento é alto e só faz sentido para quem realmente valoriza controle, precisão e acabamento acima da média.

Foto de Teste Philips Walita RI7303/91

Imagem de teste Philips Walita RI7303/91

6. KitchenAid Empire Red Mini

Mini processador de alimentos vermelho com reservatório pequeno

Nosso Veredito
🥉 3º Lugar Tops de Linha
🥉

Ficha Técnica:

QUESITOINFORMAÇÃO
TipoMini
Potência240 W
Acessórios1
Volume Jarra0,8 L

Prós:

  • Controle extremamente preciso para picar e triturar pequenas quantidades
  • Lâmina corta sem esmagar, preservando textura e evitando excesso de líquido
  • Construção pesada e estável com acabamento premium evidente

Contras:

  • Capacidade limitada apenas para preparos pequenos
  • Preço bem elevado o deixa restrito a uma parcela de consumidores

Usei o Empire Red Mini da KitchenAid que já fazia parte da cozinha de um cliente durante a preparação de um jantar fechado com menu autoral, onde várias etapas pediam precisão em pequenas quantidades. Logo no primeiro uso, fica claro que ele não é apenas um mini processador comum. A proposta aqui é controle fino, resposta imediata e acabamento de alto nível, pensado para quem precisa ajustar textura no detalhe e não quer depender sempre de equipamentos grandes.

Comecei usando o mini processador para preparar cebola roxa e alho confitados, que seriam base de um molho frio. A lâmina trabalha de forma extremamente limpa, cortando de verdade em vez de esmagar. Com pulsos curtos, consegui chegar em um picado muito regular, sem soltar água excessiva. Esse comportamento é um diferencial importante em receitas delicadas, onde qualquer excesso de líquido pode comprometer o resultado final.

Na sequência, preparei uma pasta de nozes com ervas frescas e azeite para finalização de pratos. Mesmo lidando com ingredientes mais secos, o motor manteve torque constante e silencioso. O interessante é como o copo pequeno ajuda nesse tipo de preparo: tudo volta rapidamente para a lâmina, sem criar zonas mortas. Isso reduz a necessidade de abrir o copo o tempo todo para reorganizar os ingredientes, deixando o trabalho mais fluido.

O copo tem capacidade reduzida, mas extremamente bem aproveitada. Usei também para triturar pão tostado com ervas para uma farofa de acabamento, e o resultado saiu uniforme em poucos segundos. Dá para perceber que o desenho interno foi pensado para pequenas quantidades, algo que muitos minis não resolvem bem. Aqui, mesmo com pouco volume, o corte acontece de forma eficiente e previsível.

O conjunto de acessórios segue a proposta minimalista e premium do aparelho. Ele acompanha apenas o copo com tampa e a lâmina de aço inox, sem discos ou peças extras. O acabamento da lâmina é impecável, com fio eficiente e encaixe extremamente preciso no eixo. Esse encaixe firme faz diferença prática, porque elimina vibrações e garante um corte mais estável. O destaque está justamente nessa simplicidade bem executada: menos peças, menos folgas e mais precisão no uso real.

Outro ponto que chama atenção é o controle por botão, que responde de forma imediata e progressiva. Não existe atraso entre o toque e a ação da lâmina, o que ajuda muito quando se trabalha com pulsos rápidos. Em preparos como tapenades, molhos espessos ou pastas aromáticas, esse controle fino permite parar exatamente no ponto desejado, sem passar do limite.

O acabamento do corpo reforça totalmente a categoria top de linha. O material é sólido, pesado na medida certa, e a base fica extremamente estável na bancada. Mesmo trabalhando com ingredientes mais densos, não há deslocamento nem vibração excessiva. O design icônico na cor Empire Red não é apenas estético, ele transmite durabilidade e cuidado construtivo em cada detalhe do aparelho.

Alguns pontos menos positivos aparecem com o uso contínuo. A capacidade limitada não atende preparos maiores e exige trabalhar sempre em pequenas porções. O peso, apesar de ajudar na estabilidade, reduz a praticidade para quem pretende guardar e tirar do armário com frequência. O valor elevado coloca o produto em um nicho bem específico, voltado a quem realmente valoriza precisão, acabamento e controle absoluto em mini preparos.

Foto de Teste KitchenAid Empire Red Mini

Imagem de teste KitchenAid Empire Red Mini

Processadores de Alimentos Bons e Baratos

PREÇO MÉDIO DOS PRODUTOS DESSA CATEGORIA: ATÉ R$ 250

7. Mondial MP-16-B

Mini processador preto com seletor central prata

Nosso Veredito
🥇 Melhor Bom e Barato 🥇

Ficha Técnica:

QUESITOINFORMAÇÃO
TipoMini
Potência300 W
Acessórios1
Volume Jarra0,5 L

Prós:

  • Melhor processador de baixo custo do mercado
  • Controle fácil do ponto ao picar temperos e ervas frescas
  • Simplicidade no uso e limpeza rápida no dia a dia

Contras:

  • Acabamento mais simples exige cuidado na manuseio
  • Não indicado para ingredientes muito duros ou densos

Usei o MP-16-B da Mondial que já fazia parte da cozinha de um cliente durante a preparação de um jantar informal para convidados, onde vários ajustes rápidos de receita precisavam acontecer ao longo do preparo. Logo no primeiro contato, ele deixa claro que é um mini processador simples, mas honesto. O funcionamento é direto, o acionamento responde rápido e o conjunto passa uma sensação de produto feito para facilitar pequenas tarefas sem complicação.

Comecei usando o MP-16-B para picar cebola, alho e cheiro-verde que entrariam em diferentes preparos. O motor não é agressivo, mas trabalha com constância, o que ajuda bastante no controle do corte. Com pulsos curtos, consegui manter um picado regular, sem transformar tudo em pasta. Para quem gosta de acompanhar o ponto e ajustar no olho, esse comportamento é bem mais útil do que motores muito rápidos e difíceis de controlar.

Na sequência, usei o mini processador para preparar uma pasta simples de alho com óleo e ervas. Mesmo sendo um modelo básico, ele lidou bem com ingredientes mais úmidos e misturas leves. O formato do copo ajuda os ingredientes a voltarem para a lâmina, evitando que fiquem presos nas laterais. Isso reduz a necessidade de abrir o copo toda hora, o que agiliza bastante o preparo quando se está lidando com várias etapas.

O copo tem capacidade pequena, mas bem adequada para a proposta. Usei também para triturar pão amanhecido e fazer uma farofa fina para finalização de pratos. O resultado ficou uniforme, sem grandes pedaços sobrando. É um tipo de tarefa que esse mini processador resolve com facilidade, principalmente quando não faz sentido montar um equipamento maior só para isso.

O conjunto de acessórios do MP-16-B é bem simples, como esperado para a categoria. Ele acompanha apenas o copo com tampa e a lâmina de aço, sem discos ou peças extras. O acabamento não é sofisticado, mas é correto. A lâmina tem bom fio para a proposta e encaixa de forma segura no eixo. O principal diferencial aqui é justamente essa simplicidade: poucas peças, montagem rápida e limpeza fácil, algo que pesa bastante no uso cotidiano.

Durante o uso contínuo, notei que a base se mantém razoavelmente estável na bancada, desde que o copo não esteja sobrecarregado. O botão de acionamento é firme e responde bem, sem atrasos. O nível de ruído é compatível com o tamanho e a potência do aparelho, nada fora do esperado para um mini processador doméstico.

Alguns pontos negativos aparecem com o uso mais atento. A capacidade limitada exige trabalhar sempre em pequenas porções. O plástico do copo é mais simples e pede cuidado no manuseio. O motor não é indicado para ingredientes muito duros ou preparos mais densos, funcionando melhor em tarefas leves e rápidas, que é exatamente onde ele se propõe a atuar.

Foto de Teste Mondial MP-16-B

Imagem de teste Mondial MP-16-B

Como Escolher um Processador de Alimentos

Uso no dia a dia da cozinha

Quando alguém me pede ajuda para escolher um processador de alimentos, eu sempre começo tentando entender a rotina dessa cozinha. Cada casa funciona de um jeito, e o aparelho precisa se encaixar nisso com naturalidade. Tem pessoas que cozinham todos os dias e querem reduzir o tempo de preparo das refeições básicas, outras cozinham menos, mas gostam de fazer receitas mais elaboradas nos momentos livres. Pensar nisso antes de olhar marcas e modelos ajuda muito a não errar.

No uso diário, o processador costuma ser mais valorizado quando resolve tarefas repetitivas e cansativas. Picar cebola, alho, ervas, ralar legumes ou fatiar alimentos são exemplos clássicos. Se a intenção é apenas facilitar essas etapas, não faz sentido investir em um modelo grande e cheio de funções que talvez nunca sejam usadas. Quando o objetivo envolve massas, pastas mais densas ou grandes quantidades de preparo, aí sim vale buscar algo mais completo. Ter clareza sobre isso deixa a escolha mais tranquila e consciente.

Potência para o uso diário

Potência é um dos pontos que mais geram dúvidas, e eu entendo bem o motivo. Os números chamam atenção e dão a impressão de que quanto maior, melhor. No manuseio diário, porém, o equilíbrio costuma funcionar melhor do que o excesso. Para tarefas comuns da cozinha doméstica, motores de potência intermediária já dão conta com folga, sem exigir adaptações na rotina ou no espaço disponível.

O que realmente faz diferença é a combinação entre um motor estável e boas lâminas. Um processador que mantém a força durante o uso diário e não trava com facilidade costuma entregar um resultado mais consistente. Já vi aparelhos menos potentes no papel funcionarem melhor do que outros mais fortes, justamente por terem um conjunto bem ajustado. Pensar na potência como algo funcional, e não como uma disputa de números, ajuda a escolher um equipamento mais adequado para o dia a dia da casa.

Tamanho e capacidade do copo

A capacidade do copo é outro ponto que merece atenção, e aqui vale pensar com sinceridade sobre a quantidade de comida preparada normalmente. Copos grandes são úteis para famílias maiores ou para quem gosta de adiantar o preparo da semana, mas podem ser desnecessários para quem cozinha em pequenas porções. No uso diário, um copo muito grande pode até atrapalhar, já que pequenas quantidades nem sempre processam bem e a limpeza dá mais trabalho.

O tamanho externo do aparelho também influencia bastante. Em cozinhas menores, um processador grande pode acabar guardado em locais difíceis de acessar, o que desestimula o uso. Sempre recomendo observar onde esse aparelho vai ficar guardado e se ele cabe com facilidade no armário ou na bancada. Quando o processador está à mão e não ocupa espaço demais, ele entra naturalmente na rotina e passa a ser usado com mais frequência, o que é exatamente o que se espera de um eletrodoméstico desse tipo.

Funções que realmente são usadas

É comum se encantar com modelos cheios de discos, lâminas e funções diferentes, mas com o tempo a gente percebe que nem tudo é utilizado. No uso diário, as funções mais acionadas costumam ser picar, triturar, ralar e fatiar. Se o processador executa bem essas tarefas, já atende a maioria das necessidades da cozinha doméstica. Acessórios extras só valem a pena quando realmente fazem parte do hábito de quem cozinha.

Outro ponto importante é a facilidade de troca desses acessórios. No manuseio diário, encaixes complicados ou que exigem muita força acabam desanimando. Bons processadores têm sistemas simples, intuitivos e seguros, que não exigem esforço nem leitura constante do manual. Menos peças, mas bem pensadas, costumam ser mais úteis do que muitos acessórios pouco práticos. A simplicidade, nesse caso, ajuda o aparelho a ser usado de verdade.

Limpeza e durabilidade

A limpeza é um fator decisivo e muitas vezes esquecido na hora da compra. No uso diário, ninguém quer perder tempo desmontando um aparelho cheio de cantos difíceis e peças delicadas. Processadores com copos mais lisos, lâminas fáceis de remover e peças que podem ser lavadas com tranquilidade tendem a ser muito mais utilizados. Quando a limpeza é simples, o aparelho não vira um peso na rotina.

A durabilidade também está ligada a esses detalhes. Um processador fácil de limpar costuma ser melhor cuidado e, consequentemente, durar mais. Vale observar a qualidade dos materiais, o encaixe das peças e a estabilidade da base durante o funcionamento. Não precisa ser pesado demais, mas precisa transmitir segurança. Ao longo dos anos ajudando pessoas a escolherem equipamentos para a cozinha, aprendi que quem pensa no uso diário, e não só na aparência ou na ficha técnica, costuma ficar satisfeito por muito mais tempo.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima